Leitor biométrico e tecnologia Drive Touch serão comuns em smartphones Android

A tecnologia é a mesma de antes, onde o usuário pode interagir de forma diferente com o iOS ao aplicar diferentes pushões de toque na tela do smartphone.

O recurso permite oferecer até três níveis de pressão diferentes: leve, médio e forte.

Assim, cada aplicativo responde de uma forma diferente a cada um deles. Claro, é necessário que os desenvolvedores abracem a tecnologia para que os aplicativos reconheçam quando você executar um toque com força diferente.

Os novos iPhones foram apresentados pela Apple há algumas semanas trazendo uma pequena atualização do seu components, com a adição do chipset Apple A9, e uma nova estrutura de steel que promete deixar o smartphone mais resistente e correndo menos riscos de envergar como aconteceu com o apple iphone.

No entanto, o grande destaque foi a inclusão da tecnologia 3D Touch, sendo na verdade uma atualização da Power Touch estreada pela empresa no Apple Look at.

Rumores dão como certo a estreia da tecnologia ClearForce desenvolvida pela Synaptics no Galaxy S7, utilizando a capacidade de identificação dos vários níveis de pushão aplicados pelos dedos dos usuários sobre o Screen do dispositivo, que permite pressionar para ativar a rolagem da barra infinita, abrir um menu contextual, e interagir com algum dos itens mostrados na interface e capturar uma imagem da tela ou com o sensor fotográfico do aparelho.

Essas funcionalidades foram demonstradas pela empresa, porém mais possibilidades devem estrear conforme o tempo. Sem falar que não será exclusiva da Samsung.
Um relatório liberado pelo Digitimes informa que duas tecnologias serão comuns em smartphones lançados em 2016: leitores biométricos e o Pressure Contact.

A primeira significantlyá parte até mesmo de celulares mais básicos devido a implementação de soluções de pagamentos como Samsung Shell out e Android Fork out. A segunda será comum apenas em modelos mais topo de linha, devido ao custo maior de implementação de sensor de tela preciso que consiga detectar o nível de pushão exercido.

Assim, podemos esperar modelos mais avançados e ricos em recursos no próximo ano.
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